Protestos nacionais de 15 e 30/5 impuseram enorme derrota a Bolsonaro e ao MEC

Foto: Daniel Garcia

A greve nacional da Educação de 15 de maio foi amplamente vitoriosa. Os principais centros urbanos do país realizaram vigorosas manifestações contra o corte de verbas na Educação e contra a reforma da Previdência. Foi imposta, assim, a maior derrota que o governo Bolsonaro sofreu desde que tomou posse.

Nas duas maiores cidades do país, São Paulo e Rio de Janeiro, o protesto “15M” reuniu centenas de milhares de pessoas. Em Brasília, Florianópolis, Goiânia, Vitória, Belo Horizonte, Porto Velho, Manaus, Rio Branco, Macapá, Belém, Cuiabá, Uberaba, Ouro Preto, Juiz de Fora, Viçosa, Santa Maria, Pelotas, Aracaju, Campinas, Niterói, Salvador, Curitiba, Florianópolis, São Luiz, Teresina, Fortaleza, Recife, Natal, Maceió, João Pessoa e mais de 200 outras cidades por todo o país amplos setores da população expressaram seu repúdio à política do MEC e do Ministério da Economia.

No Estado de São Paulo houve passeatas e atos públicos em Santos, São José dos Campos, Bauru, Ribeirão Preto, Piracicaba, Pirassununga, Araraquara, São Carlos e várias outras cidades. Nunca se viu tanto apoio e simpatia da Rede Globo a um protesto desse tipo! (Será que é para compensar a propaganda criminosa da reforma da Previdência, que a emissora vem fazendo?)

Mas a dose foi dupla! Duas semanas depois os manifestantes voltaram às ruas e protagonizaram um novo e vigoroso protesto nacional contra a política do MEC, novamente em mais de 200 cidades. Assim, as manifestações de 30/5 foram muito maiores que as passeatas “chapa branca” do dia 26/5, convocadas pelo próprio Bolsonaro.

Matéria originalmente publicada no Jornal do Comitê de Luta pela Educação Sem Censura. Baixe aqui uma cópia.